O EUA Recebem Ministros de Energia de Todo o Mundo para Ampliar a Escala da Energia Limpa e Promover a Implementação do Acordo de Paris

President Barack Obama wth Vice President Joe Biden speaks with CEO of Namaste Solar Electric, Inc., Blake Jones, while looking at solar panels at the Denver Museum of Nature and Science in Denver, Colorado. Official White House Photo by Pete Souza.

Líderes governamentais e empresariais se reúnem em São Francisco para a 7a Reunião Ministerial sobre Energia Limpa e a Reunião Ministerial sobre a Missão Inovação com vistas a acelerar a implantação de energia limpa e dobrar os investimentos em P&D de energia limpa em cinco anos para US$ 30 bilhões por ano

A liderança do presidente Obama ajudou a catalisar o maior investimento em energia limpa da história dos EUA e expandiu esse avanço para âmbito mundial, proporcionando a oportunidade de fomentar economias de baixo carbono, gerar empregos e criar novas indústrias que promoverão riqueza e prosperidade no mundo. Já começamos a ver algum progresso. No ano passado, estabeleceram-se dois novos recordes no mundo: o investimento global em energia renovável foi o mais alto que já existiu, e, pela primeira vez, mais da metade da nova capacidade elétrica do mundo veio de fontes limpas.Além disso, até 2020, o investimento global em eficiência energética de edificações deverá, segundo as projeções, aumentar de US$ 90 bilhões em 2014 para mais de US$ 125 bilhões. Mas temos mais trabalho a fazer.

É por isso que, hoje, os Estados Unidos recebem líderes mundiais do setor de energia pela primeira vez desde o Acordo de Paris, para 7aReunião Ministerial sobre Energia Limpa (CEM7) e a 1a Reunião Ministerial sobre a Missão Inovação (MI) em São Francisco. Nas reuniões, líderes do setor de energia de 23 países e da União Europeia, representando 90% do investimento em energia limpa e 75% das emissões globais de carbono, darão início a ações ambiciosas para ajudar a implementar políticas e soluções que atendam às metas de seus países em matéria de clima e energia limpa. Em particular, esses países se reúnem com a meta dupla de acelerar a implantação das tecnologias de energia limpa atuais, por meio da CEM7, e investir em inovação para as tecnologias futuras, por meio da Missão Inovação.

No ano passado, em Paris, o presidente Obama e os líderes de 19 países lançaram a Missão Inovação, um novo esforço para dobrar, ao longo de cinco anos, o investimento público em pesquisa e desenvolvimento de energia limpa. Hoje, essas 20 nações e sua mais nova parceira, a União Europeia, anunciam planos específicos para cumprir a meta e comprometem-se a investir, até 2021, cerca de US$ 30 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento de energia limpa. Além disso, 21 países, a União Europeia, cerca de 60 empresas e organizações e 10 governos subnacionais também assumem hoje, na CEM7, o compromisso de destinar mais de US$ 1,5 bilhão para acelerar a implantação de energia limpa e aumentar o acesso à energia — o que inclui três novas campanhas de alto impacto para promover o uso de energia renovável nas empresas, a eficiência energética do comércio e da indústria e tecnologias de resfriamento avançadas. As ações de hoje mostram que a transição para um futuro de energia limpa é inevitável e envolve cada setor econômico e cada nível de governo.

Essa transição para energia limpa é reforçada pelos resultados divulgados hoje pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF) afirmando a previsão de que a energia renovável cresça substancialmente nos próximos 25 anos. De fato, em âmbito mundial, as instalações de energias renováveis estão a caminho de aumentar mais de 600% até 2040, acrescentando cerca de 4.900 GW de energia eólica, solar e proveniente de outras fontes. No entanto, mesmo com essas mudanças, espera-se que as temperaturas globais continuem a subir em ritmo alarmante. Na verdade, de acordo com a BNEF, para que o setor de energia faça sua parte nas contribuições para limitar o aumento da temperatura global a 2 ºC, serão necessários 3.000 GW adicionais de energia renovável e US$ 2,9 trilhões em investimentos nos próximos 25 anos.

É por isso que a reunião e os anúncios de hoje são tão importantes para que os países possam continuar a trabalhar em conjunto acelerando a transição para a economia de energia limpa do futuro, em colaboração com os nossos mais inteligentes cientistas, engenheiros e empreendedores.


PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO GLOBAL EM INOVAÇÕES PARA ENERGIA LIMPA

Missão Inovação: Em 30 de novembro de 2015, durante o primeiro dia das negociações de Paris sobre o clima, o presidente Obama se juntou a 19 líderes mundiais para lançar a Missão Inovação, uma iniciativa para dobrar os investimentos públicos em pesquisa e desenvolvimento de energia limpa ao longo de cinco anos. Hoje, na 1a Reunião da Missão Inovação, os 21 parceiros da Missão Inovação — incluindo a União Europeia, novo membro — anunciaram seus respectivos investimentos iniciais e seus planos de dobrá-los.

Em conjunto, esses 21 parceiros se comprometeram a dobrar quase US$ 15 bilhões por ano referentes aos recursos iniciais para o investimento público mundial em pesquisa e desenvolvimento de energia limpa, totalizando quase US$ 30 bilhões por ano até 2021. Os anúncios feitos hoje ultrapassam a estimativa inicial de recursos, avaliada em US$ 10 bilhões por ano.

Os parceiros da Missão Inovação também aprovaram uma Estrutura Facilitadora e criaram uma Comissão de Coordenação para apoiar a implementação da iniciativa. Esses parceiros representam mais de 80% do investimento público mundial em pesquisa e desenvolvimento de energia limpa. Os esforços no âmbito da Missão Inovação representam uma aceleração sem precedentes dos esforços de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias inovadoras de energia limpa. De fato, no início deste ano, o presidente Obama comprometeu-se a tentar dobrar os atuais US$ 6,4 bilhões destinados ao financiamento de pesquisa e desenvolvimento de energia limpa para a Missão Inovação nos Estados Unidos.

Coalizão para a Inovação em Energia: Os ministros também se reuniram com líderes da Coalizão para a Inovação em Energia, incluindo Bill Gates e outros investidores — que estão interessados em dar continuidade aos investimentos em países da Missão Inovação, destacando o elo fundamental entre inovação e empreendedorismo para proporcionar ao mercado tecnologias de energia limpa a preços acessíveis.

Iniciativa de Investimentos em Energia Limpa: Os Estados Unidos continuam a exercer a liderança no investimento em energia limpa. Além do nosso compromisso com a Missão Inovação, um ano atrás, o governo Obama anunciou mais de US$ 4 bilhões prometidos por fundações, investidores institucionais e outros investidores de longo prazo para fomentar a inovação em energia limpa e soluções para as mudanças climáticas, como parte da Iniciativa de Investimentos em Energia Limpa. Hoje, outras partes interessadas do setor privado estão fazendo novos compromissos para acelerar a inovação em energia limpa e expandir o investimento em soluções climáticas:
  • A Wells Fargo está aumentando o apoio à criação de startups com eficiência energética por meio da próxima fase do seu programa filantrópico Incubadora de Inovações (IN2), administrado pelo Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) do Departamento de Energia (DOE) dos EUA.
  • O Fundo Comunitário Nia comprometeu-se a investir novamente US$ 5 bilhões em soluções de energia limpa; além disso, estabeleceu uma parceria com a Green Alpha Advisors para ampliar as opções de investimento em energia limpa nos mercados públicos.
  • A Second Nature e a Clean Energy Trust, em conjunto com 12 universidades, estão lançando a Campus Cleantech Pilots, uma nova parceria para acelerar a comercialização de tecnologia de energia limpa ao usar as universidades como plataformas únicas de testes e demonstrações para startup.
  • A Universidade de Stanford e o Stanford Linear Accelerator anunciam a Bits & Watts, uma parceria de pesquisas para acelerar a integração de mais de 50% de energia renovável à rede elétrica.
  • O Energy Excelerator do Havaí está ampliando investimentos iniciais e compartilhando em toda a Califórnia seu modelo de aceleradora de startup de energia limpa.
  • A Coalizão Prime, que facilita investimentos filantrópicos catalíticos em empreendimentos de inovação para o clima em fase inicial, está se expandindo com o novo apoio da Fundação John D. e Catherine T. MacArthur, entre outras fundações.
  • A Mercer Investment Consulting vai dar início a um novo projeto com o Centro de Direito Ambiental Internacional (CIEL) para instruir fiduciários de fundos de pensão públicos nos EUA sobre os potenciais riscos jurídicos e econômicos associados a portfólios de alto carbono e as oportunidades para reduzir esses riscos. Além disso, vai iniciar um novo projeto com a Divest/Invest Philanthropy, cobrindo todo o escopo de produtos de investimento disponíveis para esta aliança de mais de 140 fundações e outros investidores, representando US$ 12 bilhões em ativos totais, que se comprometeram a investir pelo menos 5% de seus respectivos fundos de doações em energia limpa e soluções climáticas.

Nas próximas semanas, o governo Obama empreenderá duas novas ações para expandir ainda mais o investimento do setor privado em inovação para fontes de energia limpa e acelerar a transição para uma economia de energia limpa. O Centro de Investimento em Energia Limpa do DOE está lançando um serviço de parceria laboratorial inédito que facilitará o acesso direto e simplificado do público aos conhecimentos especializados dos Laboratórios Nacionais em tecnologia de energia limpa. Além disso, a Administração de Pequenas Empresas (SBA) dos EUA publicará um projeto de norma para melhorar e ampliar permanentemente seu programa Empresa de Investimentos em Pequenas Empresas em Estágio Inicial (SBIC), com foco em fortalecer as opções de financiamento para os fundos privados que investem em empresas de tecnologia de energia limpa e outros pequenos negócios em fase inicial voltados para a inovação.


APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO DE PARIS E À UTILIZAÇÃO DE ENERGIA LIMPA POR MEIO DA REUNIÃO MINISTERIAL SOBRE ENERGIA LIMPA

Hoje, anunciamos que, a fim de apoiar a implementação de contribuições nacionalmente determinadas (CNDs) no âmbito do Acordo de Paris, aReunião Ministerial sobre Energia Limpa — iniciativa deflagrada pelos Estados Unidos em 2010 que agora envolve 23 países e a União Europeia — está lançando um esforço redobrado chamado “CEM 2.0”.A CEM 2.0 une o engajamento político de alto nível dos ministros de energia a iniciativas sustentáveis, tecnologia de energia limpa e campanhas políticas de alta visibilidade para fornecer uma combinação poderosa que acelere a implementação de tecnologias e políticas de energia limpa. Em nome da transparência e para acompanhar os avanços, membros da CEM concordaram que a Agência Internacional de Energia (AIE) assuma o papel de secretaria. Nove membros da CEM — Canadá, China, Dinamarca, Estados Unidos, Finlândia, Itália, Japão, Noruega e Suécia — assumiram o compromisso com o financiamento inicial para bancar os três primeiros anos da nova secretaria. Além disso, a União Europeia anuncia hoje que, em cooperação com um Estado-membro, será sede da CEM9 em 2018.

Hoje, a AIE confirmou o potencial de energia limpa das CNDs apresentadas para o Acordo de Paris. Com base na análise da série Perspectivas Energéticas Mundiais, a AIE mostra que a plena implementação por todos os países de suas CNDs aumentaria trinta vezes a geração solar e sete vezes a geração eólica no mundo, em comparação com 2010. De acordo com a IEA, esse nível de implantação aconteceria em paralelo com as decorrentes quedas nos custos: a AIE prevê que, até 2030, a redução do custo de energia eólica e solar seria de mais de 90% do exigido no Cenário 450 da AIE, em que há uma estabilização de 2 graus. Estabeleceram-se novas metas e sistemas de apoio além das CNDs com vistas a aumentar a implantação de energias renováveis até 2030.

Para que possamos seguir por esse caminho, o secretário Moniz e outros ministros da mesma pasta anunciaram apoio financeiro ao Centro de Soluções de Energia Limpa da CEM e ações adicionais para descarbonizar o setor de energia. Os ministros também anunciaram novas campanhas em três áreas de alto impacto — uso de energia renovável nas empresas, eficiência energética do comércio e da indústria e tecnologias de resfriamento avançadas — que podem reduzir as emissões globais de carbono ao mesmo tempo em que promovem o crescimento econômico. Ainda, foram anunciados novos compromissos para o avanço da iluminação supereficiente, a transformação dos sistemas de energia para o século 21, o aumento do acesso à energia e o incremento da utilização de conhecimentos sobre políticas de energia limpa. Os compromissos envolvem mais de 154 empresas americanas que já aderiram ao Ato Empresarial Americano de Compromisso com o Clima. Os compromissos de hoje incluem:
Fornecimento de assistência técnica para a implementação de CNDs: O Centro de Soluções de Energia Limpa oferece assistência especializada rápida e gratuita sobre políticas de energia limpa e medidas financeiras para países em todo o mundo. Após a 21a Conferência das Partes da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-21), o Centro de Soluções funciona como um componente essencial para ajudar os países a implementar suas CNDs e outras metas climáticas e energéticas. Em março, a Austrália comprometeu-se a destinar US$ 722.600 ao Centro de Soluções de Energia Limpa, com foco na região Ásia-Pacífico. Hoje, a Suécia anunciou que vai oferecer US$ 200 mil em apoio ao centro, com ênfase no apoio à assistência técnica prestada pelo Centro de Soluções de Energia Limpa na África e no Caribe.
Descarbonização do setor de energia: A GO15, associação de 18 das maiores operadoras de redes de energia do mundo, compromete-se a trabalhar com a CEM para apoiar programas que tratam de desafios operacionais, tecnológicos e financeiros da modernização da rede elétrica. A Fundação ClimateWorks anuncia um alinhamento estratégico dos seus programas filantrópicos com programas da CEM que apoiam a descarbonização do setor de energia no México, na Índia, na China e em outros Estados-membros da CEM. Os ministros de Energia do Canadá, do México e dos Estados Unidos também divulgaram sua intenção de desenvolver, em conjunto, um Estudo de Integração de Energia Renovável na América do Norte — o maior estudo de integração de energia renovável já realizado.
Aumento do uso de energia renovável nas empresas: A nova Campanha Energia Renovável nas Empresas concentra-se em promover o aumento da implantação de energias renováveis em toda a gama de países-membros da CEM. A RE100, iniciativa global de negócios liderada pelo The Climate Group em parceria com o CDP (Projeto de Informações sobre a Emissão de Gases de Efeito Estufa), como uma ação da coalizão We Mean Business, estimou que, se mil das mais influentes empresas do mundo utilizassem 100% de energias renováveis, seria possível descarbonizar quase um décimo de toda a eletricidade usada no mundo e evitar a emissão de mais de mil toneladas de CO2 a cada ano. A compra corporativa de energia nos Estados Unidos já apoiou projetos que somam mais de 8 GW, contra apenas 0,6 GW em 2009, e cada vez mais e mais empresas no mundo estão buscando a energia limpa. Os governos dos países-membros e parceiros que aderirem à campanha da CEM trabalharão para aumentar significativamente o número de empresas que fazem uso de energia renovável em suas operações e para implantar políticas e recursos de apoio que podem tornar mais fácil para as empresas o uso de energias renováveis. Hoje, informamos que:
  • Alemanha e Dinamarca anunciam que estão na liderança dessa campanha, à qual estão aderindo China, Estados Unidos, México, Reino Unido e União Europeia.
  • A Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), a Aliança dos Compradores de Energia Renovável (Reba), a RE100, o Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) e o Instituto de Recursos Mundiais (WRI) também estão aderindo à iniciativa, a fim de dimensionar as compras corporativas e promover o aumento da implementação de energias renováveis em todos os países membros da CEM.
  • A Apple compromete-se a trabalhar com os países-membros da CEM e seus parceiros para estimular o desenvolvimento e a aquisição de energia renovável dentro de sua cadeia de fornecimento global. A empresa está trabalhando com seus fornecedores para instalar mais de 4 GW provenientes de fontes de energia limpa em todo o mundo, incluindo 2 GW na China até 2020.A cadeia de fornecimento da Apple é a maior fonte de sua pegada de carbono; por isso, a empresa se compromete a trabalhar ativamente com ministros e parceiros nos EUA, na China e em outros países-membros da CEM para promover a transição para uma produção verde.
  • A Autodesk anuncia três marcos: 1) O uso, em suas instalações, de 100% de energia renovável, quatro anos antes do previsto. 2) O fortalecimento do seu compromisso com a aquisição de energia renovável ‘confiável’ — aquisição de energia adicional, local e que estimule a inovação. 3) A definição de um preço interno para o carbono. Essas atividades inter-relacionadas vão acelerar os avanços em direção à meta da Autodesk, com base científica, de redução da emissão de gases de efeito estufa (GEE).
  • O Facebook anuncia os seguintes compromissos: 1) financiar as iniciativas da Reba; 2) colaborar para expandir a Reba internacionalmente; 3) trabalhar por meio da Reba para sensibilizar e ajudar outras empresas a lidar com as complexidades dos contratos de compra de energia; 4) trabalhar em estreita colaboração com os serviços públicos para desenvolver tarifas verdes; e 5) fazer com que 50% da energia utilizada pela empresa em 2018 seja proveniente de fontes de energia limpa.
  • O Google compromete-se a trabalhar em colaboração com governos nacionais, compradores e fornecedores de energia renovável, ONGs e membros da CEM para reunir um grupo de partes interessadas com vistas a examinar as estruturas políticas e regulatórias fundamentais que possibilitem realizar compras corporativas de energia renovável e fazer recomendações políticas sobre como destravar ainda mais a demanda corporativa por energia renovável nos países membros da CEM.
  • A Microsoft anuncia que, em 2018, seus centros de dados vão utilizar ao menos 50% de energia eólica, hídrica e solar, chegando a 60% no início da próxima década.

Essa é uma constatação significativa de que o setor de TI, no qual se insere a Microsoft, é um dos maiores consumidores de energia do mundo, consumindo a mesma quantidade de energia que um pequeno Estado e com a previsão de, nas próximas décadas, consumir tanto quanto uma nação de médio porte.

A empresa está trabalhando ativamente, por meio da Reba, para cumprir essas metas em mercados do mundo todo. Além disso, comprometeu-se a manter os 100% de neutralidade de carbono como premissa do novo compromisso.

A Wells Fargo compromete-se a utilizar 100% de energia renovável em suas operações até 2017, com uma transição para contratos de longo prazo que financiem novas fontes de energia renovável até 2020.
Embora a campanha da CEM incentive ações de empresas de todos os tamanhos, tem levado as maiores e mais influentes empresas do mundo a assumir o compromisso de utilizar 100% de energia renovável e se juntar à RE100. As empresas que já endossaram essa iniciativa foram mencionadas durante a reunião ministerial, e as seguintes empresas anunciaram que vão aderir à RE100 — elevando o número total de empresas comprometidas com a RE100 para 65.
  • A Dentsu Aegis Network compromete-se a utilizar 100% de energia renovável até 2020. A empresa reconhece que a dissociação entre carbono e crescimento vai permitir-lhe tornar-se resiliente à escassez de recursos e a flutuações de preços — cumprindo as metas de carbono ao mesmo tempo em que faz economias financeiras de longo prazo.
  • A Equinix tem uma meta de longo prazo de utilizar 100% de energia renovável, com uma meta intermediária de chegar aos 50% (em relação a 2015) até 2017.
  • A Interface, Inc. compromete-se a operar suas fábricas com 100% de energia renovável até 2020. Com sede nos EUA, a empresa já utiliza 94% de energia renovável em suas operações globais.
  • A Tetra Pak compromete-se a operar com 100% de energia renovável até 2030, com uma meta intermediária de chegar aos 80% até 2020. Ao aderir à RE100, a empresa se beneficiará de orientação especializada e aprenderá, com seus pares, sobre opções de energia renovável em diferentes mercados.
  • O Grupo TD Bank, primeira empresa canadense a participar da RE100, utiliza 100% de energia renovável em suas operações globais desde 2015. Também produz energia solar em 124 sedes, incluindo sua filial na Flórida que tem consumo líquido zero de energia.

Desenvolvimento de tecnologias de refrigeração inteligentes em termos climáticos: A nova Campanha de Resfriamento Avançado (AC) desafia os governos e os setores da economia a desenvolver e implantar tecnologias fundamentais de resfriamento em grande escala supereficientes, inteligentes, favoráveis ao clima e a custos acessíveis, para que sociedades prósperas e saudáveis atinjam as metas do Protocolo de Montreal. O acesso ao resfriamento pode melhorar a saúde, a produtividade, o crescimento econômico e os resultados na educação.Por exemplo, ao melhorar em 30% a eficiência média de condicionadores de ar vendidos em 2030, seria possível reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) em até 25 bilhões de toneladas durante a vida útil do equipamento e diminuir o pico de demanda de energia elétrica em 340-790 GW. Para ajudar a alcançar esse objetivo, hoje:
  • Arábia Saudita, Canadá, China, Estados Unidos e Índiaaderiram ao Desafio de Resfriamento Avançado e se comprometem a promover uma melhor relação custo-benefício e a eficiência energética nos equipamentos de ar condicionado e de refrigeração, por meio de políticas e programas para eficiência energética de eletrodomésticos.
  • O governo dos EUA está fazendo parceria com o Instituto de Ar Condicionado, Aquecimento e Refrigeração (AHRI), a Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado (ASHRAE), a Aliança para Políticas Atmosféricas Responsáveis e outras organizações governamentais e internacionais com vistas ao desenvolvimento de pesquisas importantes sobre o uso seguro de fluidos refrigerantes medianamente inflamáveis (A2L) e inflamáveis (A3) como alternativas de baixo potencial de aquecimento global (baixo GWP) aos hidroclorofluorcarbonetos (HCFCs) e hidrofluorcarbonetos (HFCs) nos setores de ar condicionado e refrigeração. Essas pesquisas darão respaldo à aceleração de normas de segurança atualizadas para permitir a generalização do uso desses fluidos refrigerantes favoráveis ao clima nos Estados Unidos e no exterior. Em apoio a esse esforço, o Departamento de Energia está contribuindo com US$ 3 milhões, o AHRI, com US$ 1 milhão e a ASHRAE, com US$ 1,2 milhão.
  • A Daikin Applied está empenhada em desenvolver equipamentos específicos de resposta a demandas de solução de controle para todo o nosso portfólio de produtos e sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (HVAC). O Equipamento Inteligente™ da Daikin Applied é uma solução de controle viabilizada em nuvem que abre um novo caminho para a eficiência de unidades de HVAC. A Daikin já está desenvolvendo a Resposta Automatizada à Demanda (ADR) para Equipamentos Inteligentes, o que permitirá aos clientes maximizar a eficiência energética e compensar o uso nos horários de pico, tudo no nível da unidade.Equipamentos Inteligentes com ADR também ajudarão os serviços públicos no atendimento às crescentes demandas de energia.
  • A Danfoss está empenhada em acelerar a adoção de equipamentos de eficiência energética ao fornecer toda uma gama de componentes para fluidos refrigerantes de baixo GWP, inclusive utilizando a tecnologia Ejetor, que pode melhorar a eficiência de sistemas de CO2 em até 20% em relação aos refrigerantes tradicionais em climas quentes. A empresa também se compromete a investir em um Centro de Desenvolvimento de Aplicativos de US$ 5 milhões para ajudar os fabricantes de equipamentos originais (OEMs) a redesenhar os sistemas tradicionais e testá-los, com o objetivo de melhorar a eficiência dos sistemas.
  • A Goodman se compromete a desenvolver sistemas de aquecimento e resfriamento favoráveis ao clima que usem fluidos refrigerantes de baixo GWP e permitam altos níveis de desempenho de eficiência energética.
  • A Honeywell diz que vai aumentar sua produção de refrigerantes, materiais de isolamento, aerossóis e solventes de baixo potencial de aquecimento global (GWP) e estima gastar, até 2019, aproximadamente US$ 900 milhões em pesquisa e desenvolvimento e em novos recursos para produzir essas soluções de última geração, as quais têm potencial de aquecimento global igual ou menor que o dióxido de carbono e no mínimo 99,9% mais baixo do que os produtos que eles substituem.
  • A Ingersoll Rand compromete-se a investir US$ 500 milhões até 2020 em pesquisa e desenvolvimento para produzir equipamentos de HVAC de alta eficiência e baixo GWP, além de soluções de refrigeração para os mercados mundiais antes de 2030.
  • A SFO compromete-se a avaliar suas políticas e seus programas atuais para equipamentos de resfriamento e instalar em seus estabelecimentos, onde apropriado, tecnologias de resfriamento supereficientes, inteligentes, favoráveis ao clima e de baixo custo.
  • A Fundação Fundo de Investimento para Crianças (CIFF) reuniu uma equipe de especialistas para ajudar os governos e a indústria no mundo todo, inclusive na Índia e na China, a aumentar a eficiência energética de aparelhos de ar condicionado em paralelo com a diminuição gradual de refrigerantes HFC superpoluentes. A CIFF está destinando uma verba de US$ 12,8 milhões para financiar esse trabalho, que complementará o apoio semelhante da fundação nos últimos anos para reduzir gradualmente os HFCs superpoluentes e reforçar a proteção ao clima nos termos do Protocolo de Montreal.
  • A Fundação ClimateWorks compromete-se a trabalhar com governos, setores da economia e outras partes interessadas para tornar o resfriamento acessível, barato e eficiente, além de favorável ao clima, por meio de um programa de pesquisa, trabalho de divulgação e comunicação.
  • O Instituto para a Governança e o Desenvolvimento Sustentável (IGSD) está reunindo uma equipe de especialistas em eficiência energética para trabalhar com governos e setores da economia do mundo todo com o objetivo de melhorar a eficiência dos aparelhos de ar condicionado. A equipe do IGSD fornecerá assistência técnica e apoio para políticas públicas a países selecionados e seus setores econômicos. Isso contribuirá para a eliminação progressiva dos refrigerantes superpoluentes conhecidos como HFCs, apoiando ao mesmo tempo a mudança para tecnologias de ar condicionado mais eficientes.
  • O Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC) apoia as metas desafiadoras para estimular ações revolucionárias e inovações da parte dos governos, das empresas e de grupos sem fins lucrativos, bem como a conscientização dos consumidores, para fazer avançar o uso de equipamentos de resfriamento de alto desempenho. O NRDC está comprometido em trabalhar com autoridades governamentais, líderes comunitários, empresas, especialistas locais e acadêmicos do mundo todo – inclusive da China, da Índia e dos Estados Unidos – para desenvolver e aplicar uma abordagem integrada que permita uma transição para soluções em resfriamento de ambientes baratas, de baixa e alta tecnologia, como condicionadores de ar, ventiladores e sistemas de resfriamento de telhados supereficientes. O NRDC acredita que essas opções maximizarão as economias de energia, melhorarão a qualidade do ar, reduzirão os gases de efeito estufa e os efeitos de ilha de calor, bem como garantirão que todas as pessoas possam contar com refrigeração e conforto no lar, nas empresas e nos veículos.

Melhoria da gestão de energia: a nova Campanha de Gestão de Energia tem como objetivo garantir 50.001 certificações globais pela Organização Internacional de Padronização (ISO) 50001 até 2020. A ISO 50001, norma global para o sistema de gestão de energia, tem uma estrutura comprovada de requisitos para transformar o modo como as organizações geram a energia e possam atingir metas de energia sustentável. No mundo todo, cerca de 15 mil instalações foram certificadas pela ISO 50001 desde sua criação em 2011, realizando melhorias energéticas de 10% ou mais, frequentemente por meio de mudanças de baixo custo ou sem custo para as operações. A implementação abrangente da ISO 50001 nos setores comercial e industrial do mundo todo poderia promover economias cumulativas de aproximadamente 62 exajoules de energia até 2030, uma economia de mais de US$ 600 bilhões em custos de energia, além de evitar 6.500 t de emissões de CO2. As reduções de emissões projetadas para 2030 são equivalentes à remoção de 215 milhões de veículos de passageiros das ruas por ano.

  • Um total de 15 membros da Reunião Ministerial sobre Energia Limpa (CEM) estão aderindo à campanha em uma clara demonstração de apoio internacional — inclusive, os esforços governamentais de África do Sul, Alemanha, Canadá, Chile, China, Emirados Árabes Unidos, Finlândia, Estados Unidos, Indonésia, Japão, México, República da Coreia, Rússia, Suécia e União Europeia, anunciados durante a CEM, serão amplificados com compromissos feitos por líderes do setor privado e endosso de organizações parceiras.
  • Os Estados Unidos estão anunciando uma nova campanha nacional que acelera a adoção da ISO 50001 e de seu programa nacional Desempenho Energético Superior, para maximizar economias de energia em instalações industriais, comerciais e institucionais.
  • O Canadá vai acelerar a adoção de sistemas e práticas de gestão de energia inovadores, inclusive a ISO 50001, como parte de um conjunto de novas certificações de eficiência energética para o setor industrial canadense.
  • Os governos norte-americanos de Estados Unidos, Canadá e México estão comprometidos em avançar a adoção da ISO 50001 na indústria estabelecendo uma meta regional de adoção da ISO 50001 até 2017, com apoio do desenvolvimento de abordagens técnicas e programas de assistência técnica conjuntos em setores chaves.
  • A Finlândia está empenhada em integrar o uso de sistemas de gestão de energia de seu plano 2017-2025 para o Acordo de Eficiência Energética Voluntária, voltado para setores de uso intensivo de energia, com os relatórios anuais de economias de energia e elementos importantes para a implementação de seu esquema.
  • Com 3.400 empresas já certificadas pela ISO 50001, a Alemanhavai aproveitar sua liderança global e definir como meta a criação de 500 redes de eficiência energética no país até 2020, o que, via intercâmbio entre pares, vai promover maiores economias nos custos da energia e reduções na emissão de gases de efeito estufa.
  • A Indonésia, para impulsionar a implementação da ISO 50001 no país, compromete-se a ter mil gestores de energia e 700 auditores de energia certificados até 2019.
  • O Japão vai contribuir para melhorar a eficiência energética dos setores industrial e comercial no exterior ao promover a capacitação e o compartilhamento de melhores práticas com respeito aos sistemas de gestão de energia baseados na ISO 50001.
  • O México compromete-se a ampliar a adoção dos sistemas de gestão de energia baseados na ISO 50001 com a criação de um programa inovador (Pronasgen) dirigido aos grandes consumidores de energia nos setores industrial e comercial, bem como aos órgãos do governo federal mexicano.
  • A República da Coreia está empenhada em buscar continuamente projetos e programas energéticos em apoio à maior conservação de energia nos setores econômicos por meio de sistemas de gestão de energia, incluindo a ISO 50001. Esses esforços serão fundamentais para atingir as metas nacionais com relação à energia em seu Plano Diretor de Energia.
  • Os Emirados Árabes Unidos vão avaliar o papel que os sistemas de gestão de energia como a ISO 50001 podem desempenhar no fortalecimento de um meio ambiente e uma economia sustentáveis enquanto desenvolvem uma estratégia energética de longo prazo, analisando cenários ótimos pelo lado da gestão da demanda e do fornecimento de energia.
  • A Organização de Desenvolvimento Industrial das Nações Unidas (UNIDO), por meio de seu trabalho para promover o desenvolvimento industrial sustentável e inclusivo, compromete-se a trabalhar com governos do mundo todo para adotar políticas de gestão de energia e apoiar a gestão de energia em empresas de todos os tamanhos com vistas a melhorar seu desempenho energético.
  • A Avant Garde Innovations está empenhada em implementar aISO 50001 em suas instalações e trabalhar com parceiros para promover a adoção dessa norma; e a trabalhar com empresas certificadas pela ISO 50001 a fim de maximizar seus investimentos em tecnologias de energia limpa.
  • A Carbon Trust compromete-se a ajudar os países participantes oferecendo sua expertise na criação da infraestrutura necessária para possibilitar às organizações implementar efetivamente medidas de eficiência energética e incentivar as melhores práticas na gestão de energia. Isso inclui o uso de políticas adequadas como fatores impulsionadores juntamente com um mercado disponível de assessores qualificados e especializados em eficiência energética e fornecedores de equipamentos confiáveis.
  • O Climate Group compromete-se a promover a ISO 50001 como uma das muitas ferramentas que podem ser usadas pelas empresas para cumprir seus compromissos de produtividade por meio da campanha EP100.
  • A Fundação ClimateWorks compromete-se a avaliar e apoiar a possiblidade de transferência e intensificação da ISO 50001 e políticas de incentivos relacionadas.
  • A Cummins pretende atingir a certificação ISO 50001 de 40 locais de produção até 2020.
  • A LG Chem Ochang Plant vai manter sua própria certificação ISO 50001 e fornecer suporte técnico a seus parceiros da cadeia de fornecimento para ajudá-los a melhorar seu desempenho energético e ambiental por meio da gestão de energia.
  • A PG&E, Pacific Gas and Electric Company, vai orientar seus clientes comerciais e industriais sobre a norma de gestão de energia ISO 50001 como meio de obter maiores economias de energia e contribuir para que a Califórnia cumpra seu compromisso de dobrar a eficiência energética até 2030.
  • A Samsung Electronics vai manter a certificação ISO 50001 de todos os seus locais de produção no mundo como estratégia fundamental para atingir seu objetivo de reduzir a intensidade das emissões de GEE de suas instalações mundiais em 70% em relação aos níveis de 2008.
  • A Schneider Electric promete certificar 150 das suas instalações pela ISO 50001 até 2017 e promover as melhores práticas internacionais em gestão de energia, certificação ISO 50001 e Desempenho Energético Superior para seus clientes.

Financiamento de programas de energia limpa: o Departamento de Energia divulga hoje o Financiamento Federal de Programas de Energia Limpa, um guia de recursos para programas do governo americano que apoiam o desenvolvimento de projetos de energia limpa em âmbito interno e externo. Com mais de 30 programas de dez agências, o guia inclui sumários e estudos de caso de programas que podem beneficiar parceiros do setor privado na captação de capital para projetos de energia limpa. Agora em sua terceira edição, o guia inclui programas de financiamento para projetos nacionais e internacionais. Para todos os programas listados, o guia identifica informações de contato para responder perguntas e fornecer orientações adicionais. O guia inclui programas dos Departamentos de Agricultura, Energia, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Estado, Transportes e Tesouro dos EUA, bem como da Agência de Proteção Ambiental, da Corporação para Investimentos Privados Internacionais e da Administração de Pequenas Empresas.


MAIOR ACESSO A ENERGIA LIMPA E TECNOLOGIAS EFICIENTES

Por meio da iniciativa de acesso à energia da CEM, os membros e parceiros da Parceria Global para o Acesso à Energia e à Iluminação(Global Leap) e do Desafio da Iluminação Global (GLC) também estão trabalhando para catalisar o desenvolvimento de mercados comerciais para soluções de acesso à energia limpa e o uso de 10 bilhões de lâmpadas altamente eficientes de diodo emissor de luz (LED) no mundo todo. Para ajudar a alcançar esses objetivos comuns:
  • O governo da Itália anuncia que está concedendo um novo financiamento no valor de US$ 7,2 milhões em apoio ao programa Iluminação Global do Grupo do Banco Mundial, incluindo sua estrutura inovadora de garantia de qualidade, elevando o valor total de apoio do governo italiano ao programa para US$ 20,75 milhões, desde seu primeiro investimento na primeira CEM.
  • Os governos do Canadá e dos Emirados Árabes Unidosendossam o Desafio Iluminação Global, que foi lançado em Paris durante a COP-21, reunindo os 14 membros originas da CEM que participaram do lançamento do Desafio.
  • A iniciativa Energia para a África anuncia um compromisso de vários anos no valor de US$ 1,5 milhão para financiar a expansão da Global Leap+RBF para o Leste da África. A Global Leap+RBF é uma parceira nova e inovadora para estimular e demonstrar escala no mercado global de equipamentos autônomos.
  • Os Estados Unidos estão anunciando a terceira rodada da Premiação Global Leap, organizando competições para indicar os equipamentos autônomos de mais alta qualidade, melhor custo/benefício e maior eficiência energética do mundo. Os prêmios de 2016-2017 serão patrocinados pela iniciativa Energia para a África, por meio do Departamento de Energia dos EUA e o Laboratório de Desenvolvimento Global dos EUA daAgência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).
  • A Cleveland Clinic está aderindo ao GLC e vai substituir as lâmpadas de todos os seus hospitais por lâmpadas eficientes, que também serão usadas em todas as suas novas construções, contribuindo assim para a meta global de 10 bilhões de lâmpadas LED. As Cleveland Clinics estão empenhadas em acompanhar não só as economias de custo e as reduções de emissões, mas também os benefícios para a saúde de opções de iluminação de eficiência energética avançada. A Cleveland Clinic espera substituir 500 mil tubos e lâmpadas de LED em cinco anos.
  • A Global Leap, juntamente com o Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido, a Fundação ClimateWorks e a organização Energia para Todos estão organizando um evento de alto nível, “EnergyAccessX”, no qual empreendedores, grandes pensadores, tecnólogos, designers e especialistas em políticas públicas vão se reunir para discutir o papel de energias renováveis distribuídas no avanço do acesso universal à energia.
  • A Philips Lighting está empenhada em vender mais de dois bilhões de lâmpadas LED até 2020. Estima-se que o cumprimento dessa meta economize até 2020 uma quantidade de energia equivalente à gerada por 60 usinas elétricas de tamanho médio movidas a carvão, com emissões equivalentes às de 24 milhões de carros. A empresa reafirma também sua promessa de tornar suas operações mundiais neutras em carbono até 2020 e disse esperar que a eletricidade usada em suas operações nos EUA seja 100% proveniente de fontes renováveis ainda este ano.
  • A MGM Resorts International anuncia que vai aderir ao GLC, intensificando seu compromisso feito em 2014 de substituir 1,3 milhão de lâmpadas tradicionais por lâmpadas de alta eficiência. A esta altura da iniciativa, a MGM já instalou mais de 850 mil lâmpadas, ficando assim a meio caminho de atingir sua meta.
  • A SFO compromete-se a instalar produtos de iluminação de alta eficiência e qualidade em todos os seus projetos de reforma e novas construções.
  • O estado de Washington vai buscar novos investimentos em iluminação de alta eficiência e boa relação custo/benefício reforçando o código de energia do estado, garantindo que os serviços públicos aproveitem as oportunidades de eficiência em eletricidade e boa relação custo/benefício, aumentando o investimento dos setores estatal e privado em iluminação moderna para os prédios públicos e garantindo iluminação de LED eficiente e segura em todas as ruas e estradas do estado. Washington deve conseguir alcançar uma melhoria de mais de 2,5 milhões de megawatt/horas em eficiência energética nos próximos 20 anos.
  • O XPRIZE anuncia seu compromisso com o incentivo de inovações e tecnologias destinadas a fornecer energia em abundância para todos, inclusive para as populações que não estão ligadas à rede elétrica. O desenvolvimento de prêmios e outras atividades para resolver a questão do acesso à energia seguem o NRG COSIA Carbon XPRIZE – concurso mundial de US$ 20 milhões que se desenrola ao longo de 4,5 anos para tratar do problema das emissões de carbono ao incentivar tecnologias que convertam as emissões de CO₂ em produtos valiosos de uso diário como materiais de construção e combustíveis alternativos. O Carbon XPRIZE e os desafios futuros de inovação energética fazem parte do crescente portfólio de prêmios para Energia e Meio Ambiente do XPRIZE e da visão de longo prazo para acelerar tecnologias de energia revolucionárias que ajudem a encaminhar o mundo para um futuro de energia limpa e abundante.


APOIO A AÇÕES SUBNACIONAIS PARA ACELERAR A TRANSIÇÃO PARA ENERGIA LIMPA

Uma transição bem-sucedida para uma economia de energia limpa no futuro exige o envolvimento de todos os níveis de governo. É por isso que, ontem, o estado da Califórnia recebeu a primeira Reunião Ministerial sobre Energia Limpa e, na próxima semana, Pequim receberá a Reunião de Líderes Climáticos dos EUA e da China. Além disso, anunciamos as seguintes ações:

Expansão do número de governos subnacionais comprometidos com a redução da poluição por carbono por meio do Memorando de Entendimento Sub2 (Under2MOU): Ontem, o governador Jerry Brown anunciou sete novos signatários do Under2MOU – Budapeste, na Hungria; Laikipia, no Quênia; Portland, nos EUA; Sacramento, nos EUA; Santiago, no Chile; Telangana, na Índia; e Veneto, na Itália. Desde o início da iniciativa, há um ano, o Under2MOU se expandiu para uma coalizão de 135 jurisdições, representando 32 países e seis continentes.Juntos, eles representam mais de 780 milhões de pessoas e US$ 21 trilhões em PIB, o equivalente a mais de um quarto da economia global.Nos termos do acordo, os signatários se comprometem a reduzir as emissões de gases de efeito estufa entre 80% e 95% abaixo dos níveis de 1990 até 2050 ou a atingir uma meta de emissão anual per capita de menos de 2 toneladas até 2050. Essas metas permitem que cada governo adapte seus planos de redução de emissões às necessidades regionais.
Reforço do Acordo de Colaboração da Costa do Pacífico: Líderes do Acordo de Colaboração da Costa do Pacífico (PCC) – parceria entre Califórnia, Oregon, Washington e Colúmbia Britânica – anunciaram um novo pacto com prefeitos de Los Angeles, Oakland, Portland, São Francisco, Seattle e Vancouver para cortar as emissões de gases de efeito estufa com novas iniciativas de energia limpa. O acordo define compromissos e ações concretas comuns para melhorar a gestão de edificações, transporte e lixo na Costa Oeste. Califórnia, Oregon, Washington e Colúmbia Britânica também assinaram um PCC atualizado e reforçado que mantém o compromisso da região de se responsabilizar pelo custo da poluição por carbono e criar um mercado de combustíveis de baixo carbono para o setor de transportes, enquanto lança uma nova colaboração para reduzir os poluentes climáticos de vida curta e promover a integração das redes elétricas regionais.
Avanço das inovações nacionais e subnacionais no financiamento de energia limpa. O Departamento de Energia realizou esta semana uma mesa-redonda para discutir bancos verdes e títulos verdes, que representam tendências crescentes para instituições financeiras públicas em âmbito nacional e subnacional. Durante o evento, importantes partes interessadas fizeram os seguintes anúncios, antecipando inovações públicas no financiamento de energia limpa:
  • A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) anunciou a divulgação de um novo relatório: “Bancos de Investimento Verde: Intensificação do Investimento Privado em Baixo Carbono e Infraestrutura Resiliente ao Clima”.O relatório, elaborado com apoio da Bloomberg Philanthropies, é o primeiro estudo abrangente sobre bancos de investimento verdes (GIBs) capitalizados publicamente, analisando os fundamentos lógicos, a competência e as atividades financeiras dessa categoria relativamente nova de instituição de financiamento público.
  • A Rede de Bancos Verdes (GBN), plataforma lançada em Paris na COP-21 para compartilhar melhores práticas em inovações do financiamento público-privado de energia limpa, anunciou que o Memorando de Entendimento foi assinado por todos os membros:O Banco de Investimento Verde do Reino Unido, a Organização Japonesa de Financiamento Verde, a Corporação de Tecnologia Verde da Malásia, a Corporação Australiana de Financiamento de Energia Limpa, o Banco Verde de Connecticut e o Banco Verde de Nova York. Além disso, a GBN anunciou o lançamento do portal greenbanknetwork.org.
  • O Consórcio de Programas de Energia (EPC) anunciou a divulgação de um relatório com o título “Estudo de Viabilidade do Depósito para Empréstimos de Eficiência Energética (WHEEL): Índia, China, Brasil e União Europeia”. O relatório, que tem o apoio da Fundação ClimateWorks, estuda a viabilidade de levar a WHEEL, modelo de parceria filantrópica público-privada de financiamento de energia limpa residencial nos EUA, para a escala global. O EPC está antecipando um projeto com o Banco Mundial usando esse modelo para securitizar empréstimos relacionados com eficiência energética comercial e industrial na Índia.
  • A Allotrope Partners, em parceria com o Instituto de Recursos Mundiais e o Laboratório Nacional de Energia Renovável, anunciou o lançamento do Acelerador de Investimento com Contribuições Determinadas Nacionalmente (NDC IA) nos termos da Parceira Global para o Desenvolvimento de Estratégias de Baixa Emissão. Essa parceria público-privada inovadora vai acelerar a implementação de energia renovável nos países em desenvolvimento ao resolver lacunas importantes em termos de políticas e financiamento.

Fonte: U.S. Mission Brazil |

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