Maranhão na rota global da sustentabilidade.


Um dos grandes diferenciais do empreendimento está em aproveitar a riqueza natural dos ventos maranhenses para produzir energia elétrica renovável e limpa.

O aproveitamento da força dos ventos para a geração de energia elétrica limpa (que não causa emissões de gases poluentes na atmosfera) já é uma realidade no Maranhão. Na semana passada, a Omega Energia, empresa responsável pela construção do primeiro Complexo Eólico do estado, entrou na fase final de instalação do projeto, que já tem mais de 60% das obras concluídas e previsão para estar 100% em operação nos próximos três meses. 

A etapa de conclusão do Complexo Eólico Delta 3 foi marcada pela visita do governador Flávio Dino à área do projeto, onde, ao lado dos executivos da empresa, foi acionado o primeiro dos 96 aerogeradores que integram o empreendimento. A ação foi acompanhada por gestores e técnicos da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia (Seinc).

Um dos grandes diferenciais do empreendimento está em aproveitar a riqueza natural dos ventos maranhenses para produzir energia elétrica renovável e limpa. A energia eólica tem se consolidado em todo o mundo como uma sólida alternativa para a produção de energia e tem substituído fontes dependentes de combustíveis fósseis com grande sucesso. A fonte eólica não gera resíduos, tem custo competitivo, baixo impacto ambiental e, portanto, papel fundamental no desenvolvimento e construção de uma sociedade sustentável.

Além do meio ambiente, o conceito de desenvolvimento sustentável também inclui os benefícios para o desenvolvimento social e econômico. Essas outras duas frentes estão também contempladas como benefícios do Complexo Eólico, que contou com investimentos totais da ordem de R$ 1,5 bilhão no estado. “O empreendimento trará benefícios em cadeia à comunidade que habita no entorno. Do fornecimento de energia aos royalties distribuídos aos moradores, a energia dos novos moinhos trará bons ventos a centenas de maranhenses, mudando a realidade da região”, explicou Simplicio Araújo, secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc).

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