Aneel analisa outorga para 9 parques solares no Piauí


A Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração, vinculada à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), recebeu o requerimento de outorga para nove parques solares no Piauí (denominado de Garapa do 1 ao 9), com 220 kw de potência instalado no total, pela empresa Sol Energia, no município de São João do Piauí.

O pedido foi formalizado na sexta-feira, 08 de fevereiro, com a publicação no Diário Oficial da União. No início de 2019, o Piauí mostra uma força ainda mais latente no setor de energias limpas, nisso, a Enel Green Power iniciou recentemente a construção do parque eólico Lagoa dos Ventos (PI-716 MW), nos municípios de Lagoa do Barro do Piauí, Queimada Nova e Dom Inocêncio. 

Lagoa dos Ventos, que deve entrar em operação em 2021, é o maior parque eólico atualmente em construção na América do Sul e o maior parque eólico da EGP no mundo. Os investimentos para a construção da planta vão totalizar cerca de R$ 3 bilhões, o equivalente a mais de € 700 milhões à taxa de câmbio atual, em linha com o Plano Estratégico da Enel para o período 2019-2021 e financiado por recursos próprios do Grupo.

Governo do Piauí

Em tal âmbito, segundo com Antonio Cammisecra, Responsável pela Enel Green Power, o início da construção dessa eólica no Brasil é um grande marco da presença da EGP no país, que continua sendo um dos mercados mais proeminentes para a EGP. O executivo conta que Lagoa dos Ventos vai estabelecer um novo e mais elevado padrão na construção de grandes infraestruturas de energia sustentável, contribuindo ainda mais para a diversificação da matriz energética do Brasil.

O parque é composto por 230 turbinas eólicas e quando estiver em plena operação, será capaz de gerar mais de 3,3 TWh por ano, evitando a emissão de mais de 1,6 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera. Da capacidade instalada total da planta, 510 MW foram conquistados pela EGP no leilão A-6 de 2017 e estão apoiados por contratos de fornecimento de energia de 20 anos para um pool de distribuidoras que operam no mercado regulado, enquanto a produção dos 206 MW restantes será fornecida ao mercado livre para venda a clientes comerciais, alavancando a presença integrada da Enel no país.

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