Banco Central do Brasil quer comprar energia solar por meio de leasing

O maior banco do Brasil lançou três propostas diferentes para selecionar instalações solares para comprar energia através de um contrato de arrendamento. O banco quer comprar cerca de 4 GWh por ano para o consumo de eletricidade no Distrito Federal e outros 2 GWh para os estados de Goiás e Pará, respectivamente.

Joel no exterior, flickr

O maior banco do Brasil e da América Latina, o Banco do Brasil SA (BB), decidiu lançar três leilões diferentes para comprar energia de usinas solares alugadas.

O banco disse que pretende comprar eletricidade para 96 ​​de suas agências no Distrito Federal, que abriga a capital do país, Brasília, na região Centro-Oeste e nos estados de Goiás e Pará.

Com essa medida, o BB estima uma economia de R$ 20 milhões (US$ 4,9 milhões) em contas de energia elétrica. No Distrito Federal, espera contratar cerca de 4 GWh por ano, enquanto nas outras duas unidades federais pretende comprar 2 GWh por ano, respectivamente.

Toda a energia produzida pelas instalações solares será injetada na rede elétrica, informou o Banco do Brasil em seu comunicado, e depois será deduzida das contas de energia do banco, de acordo com as regras de medição líquida aplicáveis ​​no Brasil. a todos os geradores de energia solar com capacidade de até 5 MW.

As chamadas públicas serão feitas em plataformas eletrônicas no dia 10 de setembro, às 8h30, para o Distrito Federal, e às 12h30, para o Pará. Para Goiás, a teleconferência será no dia 11 de setembro, às 9h30.

O arrendamento solar tornou-se uma opção concreta no mercado brasileiro em 2015, quando a agência reguladora do país, a ANEEL, introduziu novas disposições que o tornaram possível. Suas regras permitem que empresas e entidades públicas sem telhados ou superfícies disponíveis implantem um sistema fotovoltaico para arrendar uma fração de uma usina solar de propriedade de terceiros e consumir parte da energia gerada.

O BB informou ainda que foram realizados seus dois primeiros leilões do mesmo tipo para suas 200 agências no estado de Minas Gerais, que é a unidade federativa do Brasil com os maiores preços de energia, juntamente com São Paulo e Rio de Janeiro. em julho de 2018 e 2019, respectivamente. "A primeira fábrica, localizada em Porteirinha, estará pronta até o final deste ano, enquanto a segunda está sob contrato", afirmou o banco. "Juntos, os dois contratos totalizam R $ 88,3 bilhões e gerarão economia de 58% nas tarifas de energia".

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